25 março 2012

Low ao vivo em Santa Maria da Feira 24.03.2012



Sendo este o meu primeiro "post" de 2012, desculpem a demora mas não tem sido fácil, desejo desde já um bom ano a todos os colaboradores do blog e leitores. Nada melhor do que começar o meu ano de 2012 na estante com "Low". Acabadinho de chegar a casa depois de um concerto magnífico de “Low” em Santa Maria da Feira, sim, em Santa Maria da Feira, vejo-me agora a escrever a crítica, vá lá, do dito concerto. Claro que se já afirmei que foi magnifico, torna-se obvio que gostei bastante. Começo por dizer que já vão muitos anos desde que ouvi esta banda pela primeira vez, era eu um catraio em 1994 quando a música “Words” invadiu os meus tímpanos para deixar uma marca bem vincada em mim. Assim sendo, “Low” tornou-se, para mim e seguramente para alguns membros deste blog, numa banda de culto, uma banda que achava difícil ter a oportunidade de ver ao vivo e eis que os vejo em Santa Maria da Feira. Perdoem-me os leitores esta divagação e o facto de não me alongar na descrição da banda, até porque já o fiz neste blog.

Vamos ao que interessa, o concerto teve a duração de 1h45m, genuinamente simpático, Alan saudou a audiência presente no Cine-Teatro António Lamoso, e deu início ao concerto, o ambiente estava aveludado com a iluminação suave e intensa, como se pretendia, a voz tanto de Alan como de Mimi continuam exatamente iguais a quando eu me lembro de os ouvir em 1994 e nos anos subsequentes, imaculadas… Apresentaram o álbum “C´mon”, tocando-o quase na integra, passando também pelo “The Great Destroyer “, “Drums and Guns”, que menciono já o que para mim foi uma falha enorme, não tocaram nenhuma música do “I Could Live in Hope”, excetuando este detalhe, o concerto foi… foi… Com um concerto fantástico, destaco as músicas “Monkey”, “California”, “Try to sleep” e "Especially me". Com distorções, magnitude, intensidade, mestria, beleza e ondulação…

Dos inúmeros concertos que já tive o prazer de assistir, coloco o dos “Low” no top 5, talvez esta cotação esteja influenciada pelo facto de não ter imaginado vê-los ao vivo, no entanto mantenho a mencionada cotação.

Deixo-vos com uma das músicas que referi, fiquem com “Monkey”.

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